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	<title>Simone Alves &#187; Destaque</title>
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	<description>Avalia&#231;&#227;o Neuropsicol&#243;gica</description>
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		<title>Psicoterapia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 20:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Simone Alves El Hajj]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;As pessoas são tão belas quanto um pôr do sol quando as deixamos ser. De fato, talvez possamos apreciar um pôr do sol justamente pelo fato de não o podermos controlar. Quando aprecio um pôr do sol não me ponho a dizer: diminua um pouco o tom de laranja no canto direito, ponha um pouco mais de vermelho púrpura na base e use um pouco mais de rosa naquela nuvem. Não faço isso. Não tento controlar um pôr do sol. Olho com admiração a sua evolução&#8221; Carl Rogers O processo psicoterapêutico consiste em uma relação de cooperação entre o terapeuta e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/slider3.png"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/slider3-300x103.png" alt="slider3" width="300" height="103" class="alignnone size-medium wp-image-49" /></a></p>
<p id="NTY2Mjgx" style="text-align: right;">&#8220;As pessoas são tão belas quanto um pôr do sol quando as deixamos ser.</p>
<p style="text-align: right;">De fato, talvez possamos apreciar um pôr do sol justamente pelo fato de não o podermos controlar.</p>
<p style="text-align: right;">Quando aprecio um pôr do sol não me ponho a dizer:</p>
<p style="text-align: right;">diminua um pouco o tom de laranja no canto direito,</p>
<p style="text-align: right;">ponha um pouco mais de vermelho púrpura na base e</p>
<p style="text-align: right;">use um pouco mais de rosa naquela nuvem.</p>
<p style="text-align: right;">Não faço isso. Não tento controlar um pôr do sol.</p>
<p style="text-align: right;">Olho com admiração a sua evolução&#8221;<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Rogers" rel="nofollow" target="_blank"><b></b></a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Rogers" rel="nofollow" target="_blank"><b>Carl Rogers</b></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em; text-align: justify;">O processo psicoterapêutico consiste em uma relação de cooperação entre o terapeuta e o cliente. Cujo objetivo é a relação terapêutica impregnada de liberdade e aceitação, ou seja, o cliente se sente &#8220;liberto de qualquer necessidade de se colocar na defensiva&#8221; e tem através da  psicoterapia, uma oportunidade de olhar francamente para si mesmo, de ir para além da&#8221;barreira&#8221;  defensiva e fazer uma apreciação autêntica de si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Dentro  minha linha terapêutica de seguimento, acredito em três princípios básicos e simultâneos descritos por Carl Rogers como sendo aqueles que vão permitir que, dentro do relacionamento entre terapeuta e cliente, ocorra a descoberta do núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. Os quais:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong> consideração positiva incondicional</strong></li>
<li><strong>emparia</strong></li>
<li><strong>congruência</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Dentro desses princípios, ter <strong>consideração positiva incondicional</strong> é receber e aceitar o ser humano tal  como ele é e exprimir um afeto positivo por ele, puramente por ele existir, não sendo necessário que ele seja ou faça isto ou aquilo;</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>emparia</strong>, entretanto, refere-se na capacidade de se colocar no lugar do cliente, ver o mundo pelos olhos dele e sentir como ele sente, expressando tal situação para ele, que receberá esta expressão como uma profunda e reconfortante experiência de estar sendo compreendido, não julgado;</p>
<p style="text-align: justify;">Já, a <strong>congruência</strong> é o requisito indispensável que permitirá ao terapeuta &#8211;  que embora nutra um afeto positivo e incondicional por seu cliente e tenha a capacidade de “se colocar no lugar” dele &#8211; a habilidade de expressar de modo consciente e claro  seus sentimentos e percepções, possibilitando ao cliente as experiências de reflexão e conclusão sobre si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia é um método de tratamento dos transtornos psicológicos e psiquiátricos (ex: transtorno do pânico, depressão, ansiedade, transtornos alimentares, transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, transtorno obsessivo compulsivo, estresse pós traumático, transtorno aprendizagem, transtorno desafiador opositor, dentre outros) e conflitos  interpessoais, conjugais, familiares e distúrbios psicossomáticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PSICOTERAPIA (infantil, adolescente, adulto, idoso e casal):</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infantil ou Ludoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;&#8230; As crianças nunca estiveram muito empenhadas em escutar os mais velhos, mas nunca deixaram de imitá-los &#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">(James Baldwin)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/psicoterapia.png"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/psicoterapia-300x196.png" alt="psicoterapia" width="300" height="196" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> Psicoterapia infantil consiste na relação de cooperação entre o terapeuta e a criança. O terapeuta clínico exerce o papel de facilitador do autoconhecimento, possibilitando à criança vivenciar e experienciar a liberdade e o poder de decisão por meio de espaço, escuta, nominação de seus desejos e respeito pela sua singularidade. Auxilia a criança ao reencontro consigo mesma e a ressignificar sofrimento psíquico em forma de sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho terapêutico com criança ocorre através de técnicas lúdicas, é por meio do brincar que a criança vive, revive e sente as experiências de sua relação com ela mesma e com o mundo exterior. Consequentemente, cria-se o espaço do simbólico (imaginário) possibilitando a elaborar as partes do mundo&#8221; faz-de-conta&#8221;. No lúdico a criança vivencia situações de ameaças, perigos, medos, e prazeres que conduzem a fatos de sua vida real através do simbólico.</p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta acessa a criança por meio do brincar, onde ela elabora situações traumáticas psiquicamente através da transformação do que foi vivido passivamente em algo ativo, bem como expressa fantasias e desejos de forma simbólica. Os brinquedos são de suma importância na vida das crianças, pois é através deles que a criança interage socialmente, aprende a importância da negociação e da divisão, das regras, a argumentar na resolução de conflitos que surgem, melhoram aprendizagem e desenvolve habilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adolescente</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/adolescente.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/adolescente-300x199.jpg" alt="adolescente" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta (12 aos 20 anos), começa com as primeiras alterações físicas da maturidade sexual (puberdade) e termina com a independência (fase adulta). O termo adolescer vem do latim, que significa estar em processo de crescimento, crescer, desenvolver-se, consequentemente, o adolescente está em fase de transformação. É o início de um doloroso adeus à infância. Ou seja, essa fase é um período de muitas mudanças, tanto físicas quanto psicológicas. E essas mudanças assustam e incomodam todos que estão convivendo com adolescente e a ele próprio. Para o adolescente todo o processo de mudança está envolvido de muitos medos, instabilidade e riscos, tanto pela parte física quanto hormonal e psicológica. Para os pais é impossível lidar com adolescente devido ao seu temperamento, inconstância de humor, agressividade, falta de respeito e insegurança. Quando o relacionamento se torna difícil entre pais e adolescente o ideal é procurar ajuda terapêutica para evitar chegar ao extremo.  <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify;">A relação terapêutica ocorre através do rapport que consiste em uma combinação de componentes emocionais, intelectuais e sociais. O terapeuta ajuda o adolescente na transição do autoconhecimento, conduzindo o adolescente a uma reflexão acerca das mudanças vivenciadas na adolescência, ajudando a compreender os sentimentos que ele desperta nos outros e em si mesmo. Quais os recursos internos que ele tem para lidar com situações de crise e aprender com elas? Compreendendo que todos os seres humanos estão em constante mudança e essas mudanças são necessárias para evolução pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adulto </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/adulto.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/adulto-300x149.jpg" alt="adulto" width="300" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O processo psicoterapêutico consiste em uma relação de cooperação entre o terapeuta e o cliente. O terapeuta se coloca à disposição para servir o cliente, para que as habilidades existentes do cliente sejam desenvolvidas, reforçadas e solidificadas, dentro de uma relação de ajuda. Ou seja, o terapeuta auxilia o cliente na busca do seu autoconhecimento o conduzindo a um crescimento emocional, pessoal, social e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Idoso</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/compassionate_care_405.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/compassionate_care_405-300x200.jpg" alt="compassionate_care_405" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o momento da concepção, os seres humanos passam por processos de desenvolvimento que se estendem ao longo de toda a vida. O crescimento intelectual das aptidões cognitivas atinge seu pico por volta dos 30 anos, permanecem estáveis até os 50 e 60 anos e após esta fase começa a diminuir tendo uma aceleração no declínio após os 70 anos. Sabemos que as funções cognitivas sofrem perdas ao longo do processo de envelhecimento, um processo considerado normal, que incluem alterações na memória e os recursos de processamento das informações, bem como prejuízos na memória episódica e nas funções cognitivas. Já no envelhecimento patológico, é comum a ocorrência de doenças crônicas, cardiovasculares, circulação sanguínea, pressão arterial, osteoarticulares e, ainda, doenças como demências, depressão, ansiedade e síndrome do pânico.<o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia para terceira idade visa auxiliar o idoso a trabalhar o sentimento de desamparo, frente ao envelhecimento normal, as perdas (luto) ao longo da vida e possíveis patologias (demência).  O terapeuta auxilia o idoso a lidar com seus aspectos internos, carregados de preocupações, tensões e intensa ansiedade.  Esses aspectos refletem as vivências deflagradas ao longo da vida e momento atual (processo do envelhecimento e em alguns casos adoecimento), aspectos estes: conflitos internos, familiares, perda ou temor de perda do cônjuge, das capacidades físicas e mentais, da própria identidade (demência), aposentadoria ou mudança no nível econômico, solidão, diminuição da autoestima e aumento da dependência dos outros. A psicoterapia pode ter um papel transformador na vida do idoso, gerando possibilidade de prazer e criação através da ressignificação do envelhecimento. <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terapia de Casal</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images-1.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images-1.jpg" alt="images (1)" width="219" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O terapeuta ajuda o casal a lidar com o inconsciente conjugal, com os medos, fantasias, assim como, afetos, tensões e defesas comuns. O terapeuta constrói a relação de ajuda através da percepção das forças inconscientes que originaram a relação, provocaram a escolha amorosa e contribuíram para os atuais conflitos do casal. Ressignificando para cada cônjuge o que fora depositado no outro, para que a relação deixe de ser, assim, um sintoma das patologias individuais. A relação terapeuta de casal leva o casal a uma analise de equilíbrio livre e flexível. O terapeuta auxilia o casal facilitando a sua comunicação, ajudando a compreender os papéis de cada um, potencializando os recursos internos de cada um, não só para concepção de família, mas dos momentos de individualidade.</p>
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		<title>TDAH</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 14:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Simone Alves El Hajj]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia TDAH]]></category>

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		<description><![CDATA[TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade Qual a diferença entre a agitação natural das crianças e o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade? Crianças que acabaram de passar por situações de estresse emocional ou conflitos familiares podem apresentar sintomas de desatenção e hiperatividade. Nesses casos, em geral as manifestações são passageiras, podendo ser consideradas normais. O que os diferencia do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade é a persistência dos sintomas. Deste modo, deve-se ficar atento e verificar se a falta de atenção, hiperatividade e impulsividade permanece por mais de cinco ou seis meses. Isso pode ser um sinal de que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade</h2>
<h2>Qual a diferença entre a agitação natural das crianças e o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade?</h2>
<p style="text-align: justify;">Crianças que acabaram de passar por situações de estresse emocional ou conflitos familiares podem apresentar sintomas de desatenção e hiperatividade. Nesses casos, em geral as manifestações são passageiras, podendo ser consideradas normais.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">O que os diferencia do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade é a persistência dos sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, deve-se ficar atento e verificar se a falta de atenção, hiperatividade e impulsividade permanece por mais de cinco ou seis meses. Isso pode ser um sinal de que os sintomas são provocados não por questões pontuais, mas sim por distúrbios mais profundos.</p>
<p><span style="font-size: 1.5em; line-height: 1.5em;">TDAH – O que é?</span></p>
<p style="text-align: justify;">É uma patologia que se caracteriza pela existência de três sintomas: hiperatividade (movimento contínuo e superior ao esperado para a idade da criança), falta de atenção e impulsividade. É um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. É hoje, uma das causas mais frequentes do <a href="http://br.guiainfantil.com/aprendizagem/88-dificuldades-das-criancas-com-o-estudo.html">fracasso escolar</a> e de <a href="http://br.guiainfantil.com/aprendizagem/88-dificuldades-das-criancas-com-o-estudo.html">problemas sociais</a> na infância. É uma patologia crônica, tendo como principal etiologia a genética (75%), que pode ser diagnosticada e tratada.</p>
<h2>O TDAH &#8211; é comum?</h2>
<p><span style="line-height: 1.5em;">A incidência do TDAH é comum em crianças e adolescentes encaminhados para avaliação neuropsicológica. Acomete cerca de 5% da população infanto-juvenil, de 3 a 16 anos, sendo 3 vezes mais frequente nos homens.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>TDAH – Quais são as causas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem inúmeros estudos no mundo &#8211; inclusive no Brasil &#8211; demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que nos mostra que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas científicas mostram que portadores de TDAH têm alterações no lobo frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas <span style="text-decoration: underline; color: #3366ff;">neurotransmissores</span> (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).</p>
<h2 style="text-align: justify;">TDAH – Sintomas?</h2>
<h3><span style="text-decoration: underline;">Desatenção</span></h3>
<div>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Frequentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras;</li>
<li style="text-align: justify;">Com frequência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;</li>
<li style="text-align: justify;">Com frequência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra;</li>
<li style="text-align: justify;">Com frequência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais (não devido a comportamento de oposição ou incapacidade de compreender instruções);</li>
<li style="text-align: justify;">Com frequência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades;</li>
<li style="text-align: justify;">
<div>Com frequência evita, antipatiza ou reluta a envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa);</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Com frequência perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (por ex., brinquedos, tarefas escolares, lápis, livros ou outros materiais);</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div>É facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Com frequência apresenta esquecimento em atividades diárias.</div>
</li>
</ul>
</div>
<h3><span style="text-decoration: underline;">Hiperatividade</span></h3>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Frequentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira;</li>
<li style="text-align: justify;">Frequentemente abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;</li>
<li style="text-align: justify;">Frequentemente corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos, pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação);</li>
<li style="text-align: justify;">Com frequência tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer;</li>
<li style="text-align: justify;">
<p style="display: inline !important;">Está frequentemente &#8220;a mil&#8221; ou muitas vezes age como se estivesse &#8220;a todo vapor“;</p>
</li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Frequentemente fala em demasia.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3> <span style="text-decoration: underline;">Impulsividade</span></h3>
<ul>
<li> Frequentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas;</li>
<li> Com frequência tem dificuldade para aguardar sua vez</li>
<li> Frequentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por ex., intromete-se em conversas ou brincadeiras).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h1>TDAH – Diagnóstico?</h1>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nomenclatura vigente desde 1994, do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – Fourth Edition (DSM-IV), a criança deve ter apresentado 6 ou mais sintomas a pelo menos 6 meses, esses sintomas devem ocorrer em um grau que represente inadequação ao nível de desenvolvimento que produzem comprometimento, alguns desses sintomas devem ter surgido antes dos 7 anos, entretanto muitos indivíduos são diagnosticados após essa faixa etária quando os danos educacionais e sociais acabam se tornando mais expressivos. Alguns prejuízos relacionados aos sintomas deverão estar presentes em mais de um ambiente (casa, escola), e devem ter evidências claras de interferência no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional apropriado em termos evolutivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>TDAH – Como pode ser tratado?</h1>
<p style="text-align: justify;">É fundamental que os pais adquiram conhecimento sobre TDAH e compreendam as dificuldades apresentadas pela presença do transtorno, e procurem desenvolver estratégias para o sucesso dos seus filhos. Não se deve esquecer que os pais desempenham papel fundamental durante o tratamento. As crianças, adolescentes e adultos hiperativos necessitarão de <a href="http://br.guiainfantil.com/auto-estima/178-estimulos-para-a-auto-estima-infantil.html">muito apoio, compreensão, carinho</a>, e sobretudo muita paciência para que pouco a pouco consigam desenvolver sua rotina com normalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento é uma parceria entre neuropediatra, neurologista, psiquiatra, neuropsicólogo, psicólogo, psicopedagogo, pais ou responsáveis e o paciente. Psicoterapia para o paciente e a família pode ajudar todos a entender e ter controle sobre sentimentos estressantes relacionados ao TDAH. Psicoterapia ajudará o paciente a adquirir hábitos e estratégias cognitivas para que seu desenvolvimento social, familiar, escolar e profissional esteja à altura de suas capacidades.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;">O tratamento tem como objetivo:</span></h3>
<ul>
<li>Melhorar ou anular os sintomas do transtorno;</li>
<li><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://br.guiainfantil.com/aprendizagem/82-quando-e-como-aplicar-as-tecnicas-de-estudos-as-criancas-.html">Melhorar a aprendizagem</a></span>, linguagem, escrita, relação social e familiar;</li>
<li> Tratamento farmacológico juntamente com psicoterapia (imprescindível em 7 de cada 10 crianças).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dicas para os pais lidarem com filhos com TDAH:</h2>
<h3><span style="text-decoration: underline;">Relacionamentos interpessoais</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente crianças com TDAH apresentam dificuldades nas relações interpessoais. É papel dos pais ou responsáveis atuar frequentemente, minimizando estes problemas através das seguintes condutas:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"> Contribua ajudando seu filho a desenvolver amizades, convidando colegas da escola para a sua casa e/ou passeios no parque e cinema;</li>
<li style="text-align: justify;">Mantenha-se próximo e atento nos momentos de laser para facilitar a interação com os amigos, procurando observar contextos em que ambos não se comportem de forma adequada, seja atuando de modo egoísta, empurrando ou não dividindo os brinquedos;</li>
<li style="text-align: justify;">Peça para que seu filho pontue situações em que ele tenha percebido que poderia ter ajudado ou agradado os amigos;</li>
<li style="text-align: justify;">Procure antecipar a situações que possam ocorrer durante jantares em restaurante, festas e viagens, especialmente para situações monótonas. Seu filho deve ser preparado para momentos menos motivadores, e pode ser orientado para que exerça atividades nestes períodos, onde contribui para passar o tempo de modo mais agradável;</li>
<li style="text-align: justify;">
<div>Contribua para o controle emocional do seu filho, atuando de tal forma a se espelhar como modelo. Evite situações que possam sugerir um descontrole ou agressividade excessiva.</div>
</li>
</ul>
<h2><span style="text-decoration: underline;">Seu filho e a instituição de ensino</span></h2>
<p>A  criança pode apresentar problemas interpessoais com colegas e professores, bem como de aprendizagem, seja pelos sintomas &#8211; hiperatividade, impulsividade e déficit de atenção &#8211; que podem ser determinantes no prejuízo ao aprendizado, seja pela presença de comorbidades que muitas vezes apresentam como transtornos de aprendizagem, dislexia, discalculia ou disgrafia, transtornos de conduta, transtornos desafiador opositivo, dentre outros. O bom relacionamento da família para com a instituição de ensino é um fator primordial para o sucesso do paciente.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Procure estar sempre atento às reclamações da escola e evite levar para o lado pessoal;</li>
<li style="text-align: justify;"> Faça do professor e demais responsáveis pelo ensino seus aliados nos cuidados para com seu filho. Procure ser o mais “transparente&#8221; possível já no início, em uma nova escola ou <span style="line-height: 1.5em;">na mudança de ano escolar, explicando as dificuldades enfrentadas pela criança e peça ajuda, trazendo esses profissionais para sua causa; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Ressalte os conhecimentos adquiridos pelo estudo. Mostrando interesse pelo aprendizado, pela leitura. Lembre-se de que os pais são os “espelhos” da criança; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Procure minimizar suas expectativas para a criança com TDAH. Valorize cada passo alcançado em relação a ela mesma;</span></li>
</ul>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">o estudo e a realização das atividades escolares em casa devem ser respeitados, de tal forma que devem ser obedecidos:</span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Orientar seu filho para não esquecer de anotar as tarefas escolares no caderno. Peça ajuda para o professor supervisionar o seu filho para que tome nota das tarefas ou peça ajuda de um colega que possa auxiliar na conferência das tarefas, dias de prova e trabalhos escolares;</li>
<li style="text-align: justify;">Tentar minimizar distrotores, tais como, presença de irmãos, primos, amigos ou o barulho da televisão e/ou música quando tiver que executar tarefa.</li>
<li style="text-align: justify;">Utilizar de tabelas de rotina para inserir estrategias de planejamento e organização dos deveres a cumprir;</li>
<li style="text-align: justify;">Dividir as atividades mais extensas em períodos mais curtos, de forma que seu filho possa ter alguns intervalos livres;</li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Ajude seu filho na orientação da atividade, mas de modo que faça com que ganhe independência na mesma atividade no futuro. Passando aos poucos somente a acompanhar, estando próximo, auxiliando nas duvidas;</span></li>
</ul>
<h2><span style="text-decoration: underline;">O professor e o aluno com TDAH</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O professor deverá adquirir conhecimento sobre TDAH e compreender que as dificuldades apresentadas pela criança não devem ser consideradas como pessoais, a ele ou a classe. O conhecimento ajuda a criar estratégias para ajudar não só o aluno com TDAH como orientar os demais alunos a compreender  e aceitar as diferenças do amigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças com TDAH apresentam baixa autoestima e deve ser evitado que elas sejam expostas a situações de constrangimento. O professor deve motivar, tendo em mente que o resultado estará diretamente ligado à diferença entre a quantidade de reforço positivo em relação a uma pressão em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Sugestões aos professores:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Em situações onde o aluno não estiver prestando atenção, evite questioná-lo neste momento. Procure obter sua atenção de modo indireto, com um olhar ou toque, e assim que perceber que obteve sua atenção, efetue a pergunta, para que o mesmo possa ter a chance de acertar e sentir-se motivado;</li>
<li style="text-align: justify;"> Solicite ajuda aos alunos com TDAH, permitindo assim, motivá-lo, de forma intermitente, exemplo: apagar a lousa, ajudar na distribuição de materiais para a <span style="line-height: 1.5em;">classe;</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Coloque o aluno sentado sempre a frente, próximo do professor, de preferência longe de janelas ou portas  e separados de outros alunos com TDAH; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Procure não criticar na presença de outras crianças, evitando assim uma indisposição do aluno para com o professor; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Procure ressaltar as regras e anotar na lousa o plano de aula, bem como as tarefas e datas de provas; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Considere a possibilidade de mudanças na forma de avaliação destas crianças, possibilitando provas orais ou com maior tempo para a execução ou menor número de questões, em relação ao restante da classe;</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Procure tornar o ensino prazeroso, estimulando a participação dos alunos; </span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;"><span style="line-height: 1.5em;">Demonstre percepção dos resultados e progressos alcançados pelo aluno; </span></span></li>
<li style="text-align: justify;">Ajude os pais com uma maior comunicação, monitorando os progressos ou dificuldades, além da participação no controle em anotar as atividades e datas de provas;</li>
<li style="text-align: justify;">
<p style="display: inline !important;">Criar momentos de descontração para minimizar o stress e ajudar na socialização com colegas de classe;</p>
</li>
<li style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5em;">Considerar o problema de forma serena e objetiva; </span></li>
<li style="text-align: justify;">
<p style="display: inline !important;">É importante compreender que o aluno com TDAH não consegue controlar seus impulsos e que esta tão assustado quanto as demais pessoas que convive com ele.</p>
</li>
</ul>
<p>As sugestões supra citadas são algumas dentre varias que podem ser utilizadas tanto no âmbito familiar quanto educacional. O terapeuta tem a função de ajudar a criança a lidar com todos os aspectos apresentados no TDAH, bem como orientar a família, escola a ajudar e compreender a dificuldades da criança.</p>
<h2> Referências Bibliográficas</h2>
<ol>
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<li> (Fifth Edition ed.).</li>
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<li><span style="line-height: 1.5em;">Jacobson, L. A., Ryan, M., Martin, R. B., Ewen, J., Mostofsky, S. H., Denckla, M. B., &amp; Mahone, E. M. (2011). Working memory influences processing speed and reading fluency in ADHD. </span><i style="line-height: 1.5em;">Child Neuropsychology, 17</i><span style="line-height: 1.5em;">(3), 209-224. doi: 10.1080/09297049.2010.532204</span></li>
<li><span style="line-height: 1.5em;">Llorente, A. M., Voigt, R. G., Williams, J., Frailey, J. K., Satz, P., &amp; D’Elia, L. F. (2009). Children&#8217;s Color Trails Test 1 &amp; 2: Test–Retest Reliability and Factorial Validity. </span><i style="line-height: 1.5em;">The Clinical Neuropsychologist, 23</i><span style="line-height: 1.5em;">(4), 645-660.</span></li>
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<li><span style="line-height: 1.5em;">Rohde, L. A., Barbosa, G., Tramontina, S., &amp; Polanczyk, G. (2000). Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. </span><i style="line-height: 1.5em;">Revista Brasileira de Psiquiatria, 22</i><span style="line-height: 1.5em;">, 07-11.</span></li>
<li>Rohde, L. A., &amp; Halpern, R. (2004). Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: atualização. <i>Jornal de Pediatria, 80</i>(2), 61-70.</li>
<li><span style="line-height: 1.5em;">Strauss, E. (2006). </span><i style="line-height: 1.5em;">A compendium of neuropsychological tests: Administration, norms, and commentary</i><span style="line-height: 1.5em;">: Oxford University Press.</span></li>
<li>Vasconcelos, M. M., Werner Jr, J., Malheiros, A. F. d. A., Lima, D. F. N., Santos, Í. S. O., &amp; Barbosa, J. B. (2003). Attention deficit/hyperactivity disorder prevalence in an inner city elementary school. <i>Arquivos De Neuro-Psiquiatria, 61</i>(1), 67-7</li>
</ol>
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		<title>Avaliação Neuropsicológica</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 13:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Simone Alves El Hajj]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação neuropsicológica]]></category>
		<category><![CDATA[funcionamento cognitivo]]></category>
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		<category><![CDATA[Praxias]]></category>
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		<description><![CDATA[O que é? A Neuropsicologia é a área da psicologia e das neurociências  embasada em estabelecer as relações existentes entre o funcionamento do sistema nervoso central (SNC), de um lado, e as funções cognitivas e o comportamento, de outro, tanto nas condições normais quanto nas patológicas. Incluindo o estudo do desenvolvimento e dos distúrbios cognitivos, emocionais e de personalidade. É a ciência dedicada a estudar expressão comportamental da disfunções cerebrais. É a investigação detalhada das funções cognitivas. Ela tem o intuito de investigar quais as funções cognitivas estão preservadas e quais estão comprometidas comparadas com desenvolvimento para idade, ensino e gênero. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é?</h2>
<p>A Neuropsicologia é a área da psicologia <span style="line-height: 1.5em;">e das neurociências  embasada em estabelecer as relações existentes entre o funcionamento do sistema nervoso central (SNC), de um lado, e as funções cognitivas e o comportamento, de outro, tanto nas condições normais quanto nas patológicas. Incluindo o estudo do desenvolvimento e dos distúrbios cognitivos, emocionais e de personalidade.</span></p>
<blockquote><p>É a ciência dedicada a estudar expressão comportamental da disfunções cerebrais.</p></blockquote>
<p>É a investigação detalhada das funções cognitivas. Ela tem o intuito de investigar quais as funções cognitivas estão preservadas e quais estão comprometidas comparadas com desenvolvimento para idade, ensino e gênero.</p>
<h2>O que é avaliado?</h2>
<p><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cérebroneurônio.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/cérebroneurônio-300x235.jpg" alt="cérebroneurônio" width="300" height="235" class="alignnone size-medium wp-image-105" /></a></p>
<div>
<ul>
<li>Inteligência</li>
<li> Memória</li>
<li> Atenção</li>
<li> Linguagem</li>
<li> Praxias</li>
<li> Raciocínio Abstrato</li>
<li> Raciocínio Lógico</li>
<li> Velocidade de Processamento</li>
<li> Organização Visuoespacial</li>
<li> Organização Perceptual</li>
<li> Funcionamento Executivo</li>
<li> Aprendizagem</li>
<li> Personalidade</li>
<li> Habilidade Acadêmica</li>
<li> Comportamento Adaptativo</li>
<li> Humor</li>
<li> Âmbito Familiar</li>
</ul>
</div>
<h2> Indicações da avaliação?</h2>
<ul>
<li>Transtorno invasivo do desenvolvimento (TID)</li>
<li>Transtorno de Ansiedade (ex. TAG, TOC)</li>
<li>Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)</li>
<li>Transtorno de personalidade</li>
<li>Transtorno Desafiador Opositivo (TDO)</li>
<li>Transtorno de Aprendizado e Leitura</li>
<li><span style="line-height: 1.5em;">Avaliação de alterações cognitivas associado a idade (CCL)</span></li>
<li> Avaliação e diagnóstico diferencial das &#8211; Demências (Alzheimer/Parkinson,etc)</li>
<li>Avaliação e diagnóstico de Doença de Alzheimer (DA)</li>
<li><span style="line-height: 1.5em;">Avaliação de alterações cognitivas nos quadros de AVC, TCE, tumores cerebrais</span></li>
<li>Distúrbios cognitivos associados ao uso e abuso de álcool/medicamentos/drogas</li>
<li>Alterações nos Transtornos de Humor (ex. depressão, ansiedade)</li>
<li><span style="line-height: 1.5em;">Esquizofrenia</span></li>
<li>Deficiência Intelectual</li>
<li>Dentre outros transtornos do desenvolvimento humano.</li>
</ul>
<h2>Como é realizada?</h2>
<p style="text-align: justify;">Se inicia com anamnese ou entrevista clínica. Através da anamnese o neuropsicólogo obtém informações detalhadas sobre a história do quadro atual, alterações no plano cognitivo e comportamental, início, frequência e intensidade das alterações ou sintomas, bem como impacto nas atividades de vida diária, ocupacional, educacional, social e pessoal. Utiliza-se de baterias de testes, questionários e escalas padronizadas para população brasileira. Analisando minuciosamente a relação entre o comportamento do avaliando e o funcionamento do seu cérebro, contribuindo para o diagnóstico, compreensão das perdas funcionais, estabelecendo critérios de intervenções específicos e adequados e desenvolvendo um plano   de reabilitação.</p>
<h2>Principais objetivos da avaliação?</h2>
<div>
<ul>
<li>Contribuir para o diagnóstico diferencial de quadros neurológicos e transtornos psiquiátricos;</li>
<li>Investigar  a natureza e o grau de alterações cognitivas e comportamentais;</li>
<li>Monitorar a evolução de quadros neurológicos e psiquiátricos, tratamentos clínicos medicamentosos e cirúrgicos;</li>
<li>Organizar programas de reabilitação voltados para alterações cognitivas, comportamentais e de vida diária dos pacientes.</li>
</ul>
</div>
<p><strong><span style="font-size: 1.5em; line-height: 1.5em;">Importância da Avaliação Neuropsicológica?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Consiste no fato de identificar precocemente a presença de algum distúrbio, bem como o grau de sua evolução.Auxilia no diagnóstico e tratamento de diversas enfermidades neurológicas, problemas de desenvolvimento infantil, comprometimentos psiquiátricos, alterações de conduta, dentre outros.</p>
<h2>Funções do Cérebro</h2>
<p><a href="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/funçãocérebro.jpg"><img src="http://avaliacaoneuropsico.com.br/wp-content/uploads/2014/10/funçãocérebro-258x300.jpg" alt="funçãocérebro" width="258" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-99" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Referências Bibliográficas</h2>
<ol>
<li>Benton. A. &#8220;Contributions to Neuropsychology&#8221; Oxford University Press, 1983</li>
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<li>Malloy-Diniz, L. F., Fuentes, D., Mattos, P. &amp; Abreu, N. (2010). Avaliação Neuropsicológica. Porto Alegre: Artmed.</li>
<li>Malloy-Diniz, L. F., Fuentes, D., Mattos, P. &amp; Abreu, N. (2010). Avaliação Neuropsicológica – Ebook. Porto Alegre: Artmed.</li>
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<li>Noronha, A. P. P., Santos, A. A. A. &amp; Sisto, F. F. (2006). Facetas do Fazer em Avaliação Psicológica. São Paulo: Vetor.</li>
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<li>Sattler, J .M. Assessment of Children- Third Editron&#8221;1992 Ed. Sattler</li>
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<li>Walsh K. Neuropsychology &#8211; A clinical approach&#8221; 1982 Churchil Livingstone</li>
<li>Wechsler, D.&#8221;Wechsler Adult Intelligence Scale-Revised&#8221; Psychological Coprporation, 1981.</li>
<li>Wechsler, D. Wechsler Intelligence Scale for Children -Third Edition&#8221; Psychological Corporation 1991.</li>
<li>Wechsler, D. Wechsler Primary and Preschool Intelligence Scale for Children &#8211; Revised&#8221; Psychological Corporation, 1989.         Wechsler, D. Wechsler Memory Scale-Revised&#8221; Psychological Corporation, 1987.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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